segurança da companhia aérea

Histórico de segurança da Japan Airlines

Ninguém a bordo morreu em um acidente da JAL desde 1985 — mais de quarenta anos. Na colisão na pista de Haneda em 2024, todas as 379 pessoas da aeronave da JAL saíram; cinco tripulantes da aeronave da Guarda Costeira morreram. Em companhias aéreas como a Japan Airlines, a chance de um passageiro morrer em um acidente é de cerca de 1 em 80 milhões por voo.

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Ninguém a bordo morreu em um acidente desde 1985
Chance de morrer em um acidente, por voo1 em 80 milhões

Para companhias dos dois grupos de países mais seguros, 2018–2022 (estudo do MIT).

Em outras palavras: se você pegasse um voo todos os dias, voaria, em média, por cerca de 219.000 anos antes de sofrer um acidente fatal.

o histórico

Ninguém a bordo morreu em um acidente da JAL desde 1985

O histórico da Japan Airlines inclui o acidente com uma única aeronave mais mortal da história: o voo 123, em agosto de 1985, um 747 que caiu nas montanhas de Gunma, matando 520 das 524 pessoas a bordo. A comissão de acidentes do Japão concluiu que a antepara de pressão traseira falhou no ponto em que a Boeing a havia reparado de forma incorreta após um toque de cauda em 1978, e a falha destruiu o estabilizador vertical e os quatro sistemas hidráulicos.

Seus outros acidentes fatais desde 1970 aconteceram nos anos 1970 e no início dos anos 1980, entre eles perto de Délhi e em Moscou em 1972, perto de Kuala Lumpur em 1977 e na baía de Tóquio em 1982. Em 1997, oscilações bruscas de arfagem no voo 706 feriram gravemente várias pessoas; uma comissária de bordo morreu em consequência dos ferimentos cerca de 20 meses depois. Pela regra internacional, que conta apenas mortes em até 30 dias após um acidente, o caso é registrado como ferimento grave, e não como acidente fatal.

Em 2 de janeiro de 2024, o voo 516, um A350 que pousava em Tóquio Haneda, colidiu com uma aeronave da Guarda Costeira do Japão na pista. Todas as 379 pessoas no avião da JAL saíram enquanto ele pegava fogo; cinco dos seis tripulantes da Guarda Costeira morreram. A investigação ainda está aberta; as conclusões preliminares dizem que a aeronave da Guarda Costeira entrou na pista acreditando ter autorização.

desde 1970

Todos os acidentes fatais, em uma linha

Pontos cheios são voos da própria companhia; pontos vazados foram operados por uma parceira ou subsidiária com o nome dela; anéis cinza são sequestros e atentados. Mortes que os investigadores não classificam como acidentes (como a de invasores) não aparecem.

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Voos próprios Sequestros e atentados
  1. jan. de 2024 JL516 · Airbus A350-900 · Tokyo Haneda AirportCollided on landing with a Japan Coast Guard aircraft on the runway; all 379 on the JAL aircraft got out, five of the six Coast Guard crew were killed. Under investigation; interim findings say the Coast Guard aircraft entered the runway believing it had clearance.
  2. jun. de 1997 JL706 · McDonnell Douglas MD-11 · Over the Shima PeninsulaAbrupt pitch oscillations in descent seriously injured several people; a flight attendant died of her injuries about 20 months later. Under the international (ICAO) rule, which counts only deaths within 30 days, it is recorded as a serious injury.
  3. ago. de 1985 JL123 · Boeing 747SR · Mount Takamagahara, GunmaJapan's accident commission found the rear pressure bulkhead failed where it had been repaired incorrectly by Boeing after a 1978 tail strike, destroying the fin and all four hydraulic systems.
  4. fev. de 1982 JL350 · Douglas DC-8 · Tokyo Bay, short of HanedaThe captain, later found not criminally responsible because of mental illness, put engines into reverse on the approach.
  5. set. de 1977 JL715 · Douglas DC-8 · Near Kuala Lumpur, MalaysiaHit a hill on approach in a thunderstorm; the official finding was that the captain descended below the minimum descent altitude without the runway in sight, and the co-pilot did not challenge him.
  6. jan. de 1977 JL1045 (cargo) · Douglas DC-8 freighter · Anchorage, AlaskaThe NTSB found a stall from the captain's control inputs, made worse by icing; the captain was under the influence of alcohol.
  7. jul. de 1973 JL404 · Boeing 747 · Hijacked; destroyed at Benghazi, LibyaHijacked; one hijacker was killed by her own explosive. Passengers and crew were released and the hijackers destroyed the aircraft.
  8. nov. de 1972 JL446 · Douglas DC-8 · Moscow SheremetyevoThe Soviet investigation found the aircraft reached a dangerously high angle of attack, from spoiler extension or loss of control after an engine failure.
  9. jun. de 1972 JL471 · Douglas DC-8 · Near Delhi, IndiaInvestigators disagreed: India's blamed the crew for not following procedures; Japan pointed to a false glide-path signal. (Deaths on the ground: 4 per the accident database; other sources give 3.)
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em resumo

Japan Airlines em números

Fundação
1951
País
Japan
Aliança
Oneworld
Principais hubs
Tokyo Haneda · Tokyo Narita
Auditoria de segurança da IATA (IOSA)
Registrada
no dia do voo

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Perguntas sobre a segurança da Japan Airlines

A Japan Airlines é segura?

Ninguém a bordo morreu em um acidente da JAL desde 1985 — mais de quarenta anos. Na colisão na pista de Haneda em 2024, todas as 379 pessoas da aeronave da JAL saíram; cinco tripulantes da aeronave da Guarda Costeira morreram. Em companhias aéreas como a Japan Airlines, a chance de um passageiro morrer em um acidente é de cerca de 1 em 80 milhões por voo. Todos os fatos desta página têm fonte — a lista está no final.

Qual é a classificação de segurança da Japan Airlines?

Não existe uma classificação oficial única de segurança para companhias aéreas; as notas que alguns sites publicam são fórmulas próprias deles. O que pode ser verificado é o histórico: nenhuma morte a bordo em acidente da JAL desde 1985, com os eventos anteriores e posteriores descritos nesta página. Ela é membro da IATA, a associação comercial das companhias aéreas, que exige que seus membros passem na auditoria de segurança operacional da IATA (IOSA).

O que aconteceu em Haneda em janeiro de 2024?

O voo 516 da JAL, um A350 que pousava em Tóquio Haneda, colidiu com uma aeronave da Guarda Costeira do Japão na pista. Todas as 379 pessoas no avião da JAL saíram enquanto ele pegava fogo; cinco dos seis tripulantes da Guarda Costeira morreram. As conclusões preliminares dizem que a aeronave da Guarda Costeira entrou na pista acreditando ter autorização; o relatório final ainda não saiu.

fontes

De onde vêm esses fatos

Todos os fatos desta página vêm de relatórios oficiais de acidentes, dos números da própria companhia aérea ou do registro público de acidentes.

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